Um resumo do que vem sendo realizado pelo Sulpetro para atender às demandas da revenda, desde que as enchentes atingiram o Rio Grande do Sul, nos últimos dias, foi apresentado pelo presidente da entidade, durante reunião de Diretoria ocorrida na tarde desta terça-feira (14). João Carlos Dal’Aqua detalhou como tem sido os encontros virtuais com representantes do Ministério de Minas e Energia, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de distribuidoras, dos produtores de biodiesel, das empresas de GLP, entre outras organizações, desde que as chuvas começaram a atingir o Estado. “Temos reforçado que, dentro do segmento dos combustíveis, o posto é ‘consequência’ e não ‘causa’. Então, sempre dependeremos dos demais elos anteriores da cadeia, inclusive para superarmos todas as adversidades oriundas desta tragédia”, comentou o dirigente.
Ele afirmou também que o RS está entrando em uma nova etapa, após a chegada dos eventos climáticos extremos. “Todos fizeram, e ainda têm feito, o possível para salvar vidas e ajudar pessoas. Mas o momento, agora, é de começar a pensar em como vamos minimizar prejuízos, manter os negócios e preservar empregos”, acrescentou Dal’Aqua.
Uma das medidas já adotadas foi a negociação com o Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Rio Grande do Sul (Sintrapostos/RS) da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), devido à inoperância de postos em diversos municípios gaúchos. A CCT é válida para o período de 6 de maio de 2024 a 5 de maio de 2025, com data-base da categoria em 1º de setembro. O objetivo é fazer ajustes em algumas cláusulas da CCT, em função dos decretos de calamidade pública para as cidades atingidas pelas enchentes.
No encontro, revendedores relataram ainda as perdas preliminares apuradas, nestes primeiros dias, e de que forma deverão atuar para reduzir perdas.