Motoristas já sentem no bolso a queda no preço da gasolina na hora de abastecer. Além da redução do ICMS, a Petrobras diminuiu pela quinta vez consecutiva o valor vendido às distribuidoras. E nesta segunda-feira, alguns postos já exibiam novos preços.
Participação do presidente do Sulpetro em reportagem do Jornal da Band.
Esse é o segundo anúncio na gestão do novo presidente da estatal, Caio Paes de Andrade, que assumiu o cargo no final do mês passado.
A partir de quarta-feira (20).
A Petrobras informou nesta terça-feira (19) que vai reduzir o preço da gasolina vendida às distribuidoras a partir de quarta (20). O valor do litro passará de R$ 4,06 para R$ 3,86 por litro. Os preços cobrados nos demais combustíveis não serão alterados.
Em algumas cidades do Estado o valor já está abaixo dos R$ 6.
Após reunião com órgãos do governo federal, o presidente do sindicato dos postos de combustíveis (Sulpetro), João Carlos Dal’Aqua, espera publicação de nota técnica com orientações sobre como expor o preço antigo e valor de impostos, como determinado pelo decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. A garantia é de que será flexível, sem padrão de placa. – Poderá ser papel, adesivo, banner, o que quer que seja. Não terá patrulhamento de preços, que são livres. A postura dos Procons será orientativa e não punitiva, com prazo de adequação. Esperamos, agora, que essa orientação do governo federal saia logo. O encontro (...)
Já está valendo, aqui no estado, o novo índice do ICMS para os combustíveis. O imposto passou de vinte e cinco para dezessete por cento, e essa redução já reflete nas bombas dos postos.
Postos registraram fila de carros para abastecer.
Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Rio Grande do Sul (Sulpetro/RS), que representa as distribuidoras de combustíveis, indicou, por meio de nota, que o impacto do corte do ICMS sobre o diesel deve ter um impacto insignificante no preço final ao consumidor gaúcho.
Preocupado com a expectativa gerada nos consumidores, o Sulpetro – sindicato que representa os postos de combustíveis do Rio Grande do Sul – informa que a redução de R$ 0,11 e R$ 0,12 no ICMS diesel pode chegar de forma insignificante na bomba. Ou nem chegar. A entidade explica que, conforme legislação estadual, o preço de pauta, quando inferior ao preço de produção, deve ser desconsiderado para fins de aplicação da alíquota, que ficou inalterada (12%). Lembrando que o que mudou foi o preço de referência sobre o qual é aplicado a alíquota de ICMS. A base de cálculo foi (...)
A redução do ICMS na gasolina para 17%, anunciada nesta sexta-feira (1º) pelo governo do Rio Grande do Sul, pode afetar os preços nos postos gaúchos nos próximos dias. É o que projeta o presidente do Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Estado (Sulpetro), João Carlos Dal’Aqua — segundo o executivo, a população possivelmente perceberá os novos valores a partir desta semana. “O reajuste poderá trazer uma redução de R$ 0,71, que vamos monitorar. Aliado à redução do POS/Cofins, que já está ocorrendo, teremos um alívio. Não é definitivo — é uma redução de base tributária, que pode ser alterada por outros (...)
A redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em alguns itens, como os combustíveis, poderá afetar tanto alguns serviços à população quanto as contas públicas no Rio Grande do Sul. A reportagem de GZH ouviu entidades ligadas aos revendedores de combustíveis e da área de transporte, além de economista do setor público, para avaliar o peso da medida, confirmada pelo governo do Estado nesta sexta-feira (1º). O presidente do Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Rio Grande do Sul (Sulpetro), João Carlos Dal’Aqua, afirma que o mundo passa por uma crise no âmbito (...)
Presidente do Sulpetro, João Carlos Dal’Aqua, explica a redução do preço da gasolina em alguns postos do RS.
O temor com a escassez de diesel, a partir do mês de agosto, provoca uma corrida pela importação do combustível, que custa até R$0,35 a mais, por litro, no mercado internacional. Entre as distribuidoras nacionais – cuja dependência externa do produto já chega a um terço do que é consumido no país – o momento é de ampliar estoques para prevenir surpresas ocasionadas por problemas de oferta em razão da guerra e da previsão de eventos climáticos extremos nos Estados Unidos. Na economia gaúcha, a movimentação gera receio adicional com os preços, em meio ao período de escoamento da safra (...)
Nesta segunda-feira (27), entrou em vigor a redução da alíquota de ICMS em São Paulo, de 25% para 18%. O governo do Estado estimou redução de custo de R$ 0,48 por litro de gasolina (a medida, como a coluna já detalhou, não afeta o preço do diesel, que alíquota de 12% no Rio Grande do Sul). Mas relatos de consumidores são de que, quando há repasse para as bombas, corresponde a menos de metade disso, como se temia. O resultado é que o governo paulista já fez um apelo para que os clientes repassem as informações para o Procon, não (...)
Caminhoneiros já percebem o impacto do aumento no Estado.
Não são apenas os consumidores que sentem o reajuste da Petrobras. De acordo com Gilson Becker, vice-presidente do Sulpetro, os postos também sofrem com os aumentos. Gazeta do Sul, de Santa Cruz, 20jun22
Reajuste de preços dos combustíveis para distribuidoras já está em vigor
Reajuste não vem da Petrobras, e sindicato fala em oscilação do mercado; especialistas falam em alta dos preços dos combustíveis nos próximos meses
Apesar das seguidas elevações e dos patamares em que se encontram os preços dos combustíveis, o bolso dos gaúchos sofre menos do que os consumidores de outros estados brasileiros. Levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 22 e 28 de maio, aponta que o preço médio do litro da gasolina comum praticado no Rio Grande do Sul era de R$ 6,891 (somente o Amapá verificou um custo inferior: R$ 6,503). Já o óleo diesel no Estado, no mesmo período, foi o mais barato do País, com R$ 6,710 por litro, seguido pelo (...)
Ameaça de dificuldades no fornecimento tem relação com guerra na Ucrânia e uma esperada retomada na China.
Aprovado pela Câmara na quarta-feira (25), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/22, que limita em 17% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em combustíveis, energia e telecomunicações, segue para a apreciação do Senado com muitos pontos ainda em ebulição. De um lado, há a expectativa de redução de preços ao consumidor, o que, na avaliação de alguns economistas, pode não passar de uma promessa quando o assunto é a gasolina, por exemplo. De outro, está a certeza de perda de arrecadação para Estados e municípios, estimada entre R$ 64 bilhões e R$ 83 bilhões (...)
João Carlos Dal’Aqua aborda decisão do TRF4, no final de semana, sobre self service no Brasil.
O cenário do mercado de combustíveis é pauta de entrevista com o presidente João Carlos Dal’Aqua para a Rádio Luz e Alegria (Frederico Westphalen).